Entrevista a Daniel Magalhães Jogador da Équipa Senior de Futsal da Balantuna

Na entrevista desta semana, temos o prazer de conhecer mais intimamente a pessoa que levantou o primeiro troféu oficial da Balantuna, Dani. Que possas levantar muitos mais no futuro, é o desejo que está no seio de todos os Balantuneiros (nome inventado durante estas entrevistas..):

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Nome completo?

Daniel Jorge Moreira Magalhães

Idade?

29 anos

Posição?

Atualmente, Fixo / Ala

Clubes que representaste?

Camadas jovens e Sénior na Cohaemato

1 época de Sénior no Dream Team

Represento atualmente, e pela segunda época consecutiva, a Balantuna

Época mais marcante e porquê?

Várias épocas me marcaram, por diferentes motivos. Não consigo, de todo, escolher “A” época que mais me marcou.

Desde a minha primeira época no Futsal, onde tive oportunidade de partilhar experiências e muitas vitórias com um grupo maravilhoso, passando por todas as restantes épocas em que representei a Cohaemato, clube ao qual tenho muito que agradecer pela simpatia, carinho, profissionalismo, entrega, organização e dedicação à causa por parte dos atletas, dirigentes e equipas técnicas. Ainda hoje trago de lá ensinamentos pessoais e desportivos e amizades para a vida…

E, como não podia deixar de ser, a aventura que está a ser a passagem pela Balantuna! Um projecto que andou em “banho Maria” durante uns tempos mas que nunca deixou de ser um sonho… E, do sonho à realidade, foi um instantinho! É um orgulho enorme fazer parte de um grupo que desde o primeiro momento nos deu todas as condições para a prática da modalidade e no primeiro ano de existência conquistou uma taça oficial.

Foste um dos impulsionadores do início da Balantuna. O objetivo inicial talvez não fosse tão ambicioso como está neste momento. O que pensas desta alteração de objetivos?

Alteração de objetivos? Não sei do que falas!

Com a Direção que temos, se a humildade, a entrega e a dedicação à causa se mantiverem, temos capacidade para muito mais do que aquilo que já fizemos. Para mim, o objetivo inicial nunca foi menos ambicioso do que é atualmente… Se algum dia os objetivos foram menos ambiciosos, eu não soube e, se soubesse, não me teria identificado com eles!

Tendo iniciado o projeto, estavas sem jogar federado há algum tempo. Como foi a adaptação de voltar a ter treinos e preparar-te para os jogos ao fim de semana?

A adaptação foi fácil.

Desde que deixei de jogar Futsal (pela lesão e pela carga horária laboral quando terminei a faculdade), aquilo de que mais sentia falta era precisamente o espírito competitivo de treinos e jogos, a vontade de ter uma tabela classificativa para onde pudesse olhar e orgulhar-me, etc. E com o regresso ao Futsal voltei a conquistar isso.

Quando fazemos por gosto, a adaptação é simples!

Como capitão, tiveste o privilégio de levantar a taça no nosso ano de estreia. O que sentiste no momento em que levantaste o 1º troféu oficial da Balantuna?

Foi um sentimento único! Apesar de já ter ganho outros títulos oficiais pela Cohaemato, nunca tinha tido o prazer de ganhar nenhum nas épocas em que fui capitão.

Foi, de facto, um privilégio ser o primeiro a erguer o troféu. Foi um enorme orgulho conquistar o primeiro título da Balantuna na época de estreia. Um título pelo qual lutamos muito e que, quanto a mim, foi mais do que merecido!

Após um primeiro ano cheio de êxitos, entramos na época 2013/2014 com ambição redobrada e tentando continuar a onda de sucesso. O que pensas da adaptação à nova realidade e o que nos espera até ao fim do campeonato?

De facto, entramos na nova época e o “peso da camisola” era maior, fruto das conquistas da época transata. Muita coisa mudou… Nova equipa técnica, novos jogadores, novos métodos… Mas a mesma vontade!

Acho que tivemos que passar por um período de adaptação durante o qual os resultados não estavam a demonstrar o nosso real valor. Conseguimos estabilizar e começar a demonstrar o que valemos e, apesar de os dois últimos resultados não terem sido positivos, acredito que vamos chegar ao final da época com os objetivos alcançados.

Apesar de inicialmente não termos encontrado o nosso “momento”, ele apareceu nos últimos jogos. O que dificultou a nossa entrada no campeonato e o que mudou para estarmos mais consistentes?

Talvez as alterações que existiram da época anterior para esta época. Como já tive oportunidade de referir, teve que haver um período de adaptação ao novo método e à forma de pensar o jogo. Talvez o nervosismo inicial também tenha tido algum impacto.

Penso que atualmente esse momento foi ultrapassado e a continuação da subida na tabela classificativa será uma realidade.

Apesar de no ano passado teres tido um papel importante, este ano perdeste algum protagonismo. Ao que se deve este facto e o que pensas em mudar de forma a voltar a ganhar o teu espaço novamente?

Antes de mais, como sabes, e principalmente no caso da Balantuna, o que mais me importa é o coletivo e não #6 Dani. Se a equipa estiver bem, eu, independentemente de tudo o resto, estou bem!

Como disse, todas as épocas são importantes para mim. Se, em larga medida, as outras o foram pela conquista de sucessos coletivos mas também individuais, esta está a ser pela adaptação a uma nova realidade à qual eu não estava habituado.

Mas é óbvio que quero inverter a tendência! E, como “a humildade é uma cena que me assiste”, continuarei a trabalhar para voltar a merecer a confiança do mister com maior regularidade.

Tendo sido um dos impulsionadores da Balantuna, o que idealizas para o nosso futuro, a médio, longo prazo?

Não tenho dúvidas de que este será um projeto de enorme sucesso. É um projeto liderado por pessoas que sabem o que fazem e, principalmente, que sabem o que querem.

Humildade, trabalho e dedicação… Se isto não se perder, tenho a certeza de que a Balantuna vai fazer correr muita tinta!

Desejos para 2014?

Balantuna campeã!

Algum comentário a fazer?

Claro!

Antes de mais, não posso perder a oportunidade de agradecer ao Nuno o incansável trabalho que desenvolve na Balantuna. Desde o início do projeto até aos dias de hoje… Sinceramente, acho que muita gente não faz ideia do que é preciso para levantar um clube e mantê-lo com as condições que nós temos!

Uma palavra de agradecimento também para ti, Hugo, pela amizade, simpatia, frontalidade e dedicação. Não posso esquecer também os restantes membros da Direção… O Ismael (uma agradável surpresa) e o grande amigo Santos.

Queria agradecer também ao Mister Felício França pela entrega com que abraçou o projeto e pelo trabalho realizado no ano de estreia da Balantuna, pela confiança depositada em mim e pelo que me ensinou ao longo do ano; E ao Mister José Carlos Alves pela excelente continuidade que está a dar ao rumo desta equipa. Acredito piamente que grandes sucessos estão para breve.

Por fim, obrigado a todos os meus colegas de balneário por tornarem esta experiência tão positiva.

Entrevistado por “Hugo Tavares”

Foto de “Miguel Oliveira”

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